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Revista de História da Biblioteca Nacional promove debate sobre Napoleão Bonaparte

segunda-feira, 19 de abril de 2010

cartaz_napoleao_-_reduzido

Napoleão - O conquistador do Brasil é o tema do próximo debate que a Revista de História da Biblioteca Nacional promove no dia 20 de abril, às 16 horas, no Auditório Machado de Assis. O encontro pretende abordar a vida do estrategista militar que assombrou a Europa no século XIX e conquistou fama além das fronteiras francesas habitando até hoje o imaginário popular em terras tupiniquins. O assunto é destaque também nas páginas da edição de abril da revista. O evento faz parte do projeto Biblioteca Fazendo História e tem a entrada franca.

 A professora titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Lúcia Maria Bastos Pereira da Neves, pretende mostrar que, mesmo durante o período das invasões napoleônicas e a política de repressão por parte da Coroa frente aos abomináveis princípios franceses, alguns brasileiros não deixavam de visualizar Napoleão Bonaparte como um herói do século. Já a doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), Raquel Stoiani, vai apresentar algumas imagens oficiais de Napoleão, produzidas na sua época, que se afastam daquela mais tradicional - a do homem corpulento e calvo, de ar compenetrado e mão posta no colete.

No evento, com mediação do pesquisador da equipe da RHBN, Marcello Scarrone, serão distribuídos certificados de participação que poderão ser utilizados pelos alunos como horas de atividades complementares em suas universidades. Além disso, será sorteada uma assinatura da RHBN com a duração de um ano. Os debates realizados pela RHBN têm atraído estudantes de importantes instituições de ensino público e privado do Estado do Rio de Janeiro, bem como profissionais de áreas afins.

A série de debates tem, ainda, transmissão em tempo real, via Internet, no site do Instituto Embratel, através do link TV PontoCom. A Fundação Biblioteca Nacional está localizada na Rua México s/nº, Centro, Rio de Janeiro (acesso pelo jardim).

A revista - Desde o lançamento em 2005, a Revista de História da Biblioteca Nacional oferece informação qualificada em artigos e matérias produzidos pelos mais importantes historiadores brasileiros. A publicação conta com a chancela e o rico acervo iconográfico da Biblioteca Nacional e com o patrocínio da Petrobras. A linguagem e apresentação agradável conquistaram um público abrangente independentemente de formação educacional ou área de atuação profissional. Única publicação no segmento editorial especializada em História do Brasil, a RHBN é distribuída mensalmente nas bancas de todo o país e pode ser assinada. O conteúdo integral de todas as edições também pode ser acessado no site oficial da revista. 

Adeus jornal de papel! Será?

sexta-feira, 5 de março de 2010

Kindle: tecnologia que permite armazenar até 1500 livros em um só aparelho

Kindle: tecnologia que permite armazenar até 1500 livros em um só aparelho

No dia 08 de Março, no Espaço Cultural Maurice Valansi, vai acontecer um grande debate com a presença dos jornalistas Fritz Utzeri e Milton Coelho da Graça, ambos com grande familiaridade com o dia-a-dia das redações e com larga experiência como correspondentes internacionais, sobre o futuro da mídia de papel diante da revolução digital e suas inúmeras conseqüências.

O encontro promete levantar questionamentos sobre  o fim do jornal de papel, a empresa gráfica, a cara do jornal nos próximos 10 anos, sua estética, a obrigatoriedade do diploma de jornalismo, as novas tecnologias que estão transformando todos os consumidores de conteúdo e informação em geradores, etc.

Prova da importância dessa discussão é que é cada vez maior o número de jornais norte-americanos que estão abandonando o papel e se transformando em jornais eletrônicos. Temos a impressão de estar assistindo à morte do jornal como o conhecemos. É difícil dizer, muitos profetizaram o fim do rádio com o advento da TV e jamais se ouviu tanto rádio como hoje, a partir do momento que este adquiriu portabilidade e mobilidade. 

O jornal de papel digital já chegou. Vários jornais europeus estão testando versões digitais enviadas através da internet (sem fio) e “impressos” em telas plásticas finas.  De Tijd já distribuiu 200 telas plásticas a assinantes selecionados que recebem e lêem o jornal diariamente em suas casas. As telas portáteis são conhecidas como e-readers. O e-reader é feito de uma espécie de papel digital conhecido e-paper, uma fina lâmina dotada de milhões de cápsulas microscópicas contendo pigmentos claros e escuros. Ativadas por uma corrente elétrica essas cápsulas interagem “imprimindo” texto e fotos na folha do e-paper. A matriz  atual é ainda em preto e branco, com 16 tonalidades de cinza.

E os livros? Serão eles atingidos pela revolução digital?  O exemplo mais acabado é o Kindle, que custa 359 dólares e tem o tamanho aproximado de um livro de bolso. O Kindle 2 pode armazenar até 1.500 títulos, o que permite carregar uma biblioteca no bolso.  Se você quiser fomentar esse debate, compareça!

Serviço:
Espaço Cultural Maurice Valansi
Rua Martins Ferreira, 48 - Botafogo - RJÂ
Reservas pelo  021 - 2527 4044�
Das 19h30 às 22h00 - R$20,00

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