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Ciclo Presenças Acadêmicas: A memória reverenciada, na ABL

terça-feira, 22 de junho de 2010

rachel-de-queiroz

A Academia Brasileira de Letras convida para o início do Ciclo Presenças Acadêmicas: A memória reverenciada, com com a conferência do Acadêmico Arnaldo Niskier , em homenagem à memória da Acadêmica Rachel de Queiroz (1910 - 2003), que completaria 100 de nascimento em 2010.

Sob a coordenação do Acadêmico Cícero Sandroni, as próximas conferências terão como temas: Aurélio Buarque de Holanda (1910 - 1989), pelo Acadêmico Evanildo Bechara, dia 13/7; Carlos Chagas Filho (1910 - 2000), pelo Acadêmico Moacyr Scliar, dia 22/7; e, encerrando o ciclo, Miguel Reale (1910 - 2006), pelo Acadêmico Celso Lafer, dia 27/7.

“A memória reverenciada: Rachel de Queiroz” será realizada amanhã, 22 de junho, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL.

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Quinta ocupante da Cadeira n º 5, eleita em 4 de agosto de 1977, na sucessão de Candido Motta Filho, Rachel de Queiroz nasceu em Fortaleza, Ceará,  em 17 de novembro de 1910 e faleceu no Rio de Janeiro em 4 de novembro de 2003. Em 1917, veio para o Rio em companhia dos pais, que procuravam, nessa migração, fugir dos horrores da seca de 1915 que, mais tarde, a romancista aproveitaria como tema de O quinze, seu livro de estréia, publicado em 1930, com inesperada repercussão no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Com vinte anos apenas, Rachel de Queiroz projetava-se na vida literária do país, agitando a bandeira do romance de fundo social, profundamente realista na sua dramática exposição da luta secular de um povo contra a miséria e a seca. Em 1932, publicou um novo romance, intitulado João Miguel, e em 1937, retornou com Caminho de pedras. Dois anos depois, conquistou o prêmio da Sociedade Felipe de Oliveira, com o romance As três Marias. Em 2000, foi eleita para o elenco dos 20 Brasileiros empreendedores do Século XX, em pesquisa realizada pela PPE (Personalidades Patrióticas Empreendedoras

ABL lança terceira conferência do ciclo Uma Leitura Polifônica

terça-feira, 4 de maio de 2010

Escritor Alberto Mussa é convidado de hoje do ciclo Um Leitura Polifônica na ABL

Escritor Alberto Mussa é convidado de hoje do ciclo Um Leitura Polifônica na ABL

A Academia Brasileira de Letras inaugura hoje a terceira conferência do ciclo Uma Literatura Polifônica, com a presença de Alberto Mussa, escritor, contista, romancista e estudioso das culturas brasileira, africana e portuguesa, falando sobre Vozes indígenas e sua reverberação.

Sob a coordenação da Acadêmica e Secretária-geral da ABL Ana Maria Machado, as próximas conferências serão: Vozes africanas e sua impregnação, por Nei Lopes, dia 11/5; Vozes da imigração judaica, por Berta Waldman, dia 18/5; Vozes da imigração europeia, por Regina Zilberman, dia 25/5; Relatos de incertos Orientes, por Beatriz Resende, dia 1/6; e, encerrando o ciclo, Entidades nacionais brasileiras: Peri, Policarpo Quaresma e Macunaíma, por Leyla Perrone-Moisés, dia 8/6.

O evento acontece hoje, 4 de maio, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr.. A entrada é franca, mediante inscrição realizada no Portal da ABL. Serão emitidos certificados de frequência. Uma Literatura Polifônica tem o patrocínio da Petrobras e terá transmissão ao vivo pelo Portal da ABL.

ABL apresenta a pré-estreia do filme Contos do Machado, produzido pelo cineasta Jom Tob Azulay

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Amanhã, dia 09/04, a  Academia Brasileira de Letras apresenta a pré-estreia do filme Contos de Machado, uma produção do cineasta Jom Tob Azulay.

O filme é uma co-produção com o Canal Brasil, da Globosat, e foi baseado em contos do escritor e um dos fundadores da ABL, Machado de Assis, tendo a direção de diferentes cineastas e filmagens ambientadas em fazendas de café do século XIX.

O convite para a apresentação do filme na Academia foi feito a Azulay pelo cineasta e Acadêmico Nelson Pereira dos Santos. Serão exibidas quatro histórias, cada uma dirigida por um cineasta: O caso da vara, por Liloye Boubli; Uns braços, por Jom Tob Azulay; Teoria do Medalhão, por Mario da Silva; e Entre santos, por Helena Lustosa.

O filme será exibido nesta sexta-feira, dia 9/4, às 18h, no Teatro R. Magalhães Jr.

Saiba mais

O cineasta carioca Jom Tob Azulay formou-se em direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi diplomata entre 1967 e 1974. Estudou cinema em Los Angeles e a partir de 1975, passou a se dedicar profissionalmente ao cinema. O primeiro longa-metragem que produziu e dirigiu foi o documentário musical Os Doces Bárbaros (1978), havendo antes produzido O Homem e o Cinema (1976), último filme de Alberto Cavalcanti e A Difícil Viagem (1983), de Geraldo Moraes. Produziu e dirigiu ainda os longas-metragens Corações a Mil, com Gilberto Gil, Regina Casé e Joel Barcellos (1983), e O Judeu (1995), primeira co-produção luso-brasileira com Felipe Pinheiro, Dina Sfat, José Lewgoy e grande elenco português, vencedor do festival de Brasília de 1995.

Ciclo de Conferências Direitos Autorais tem início na ABL

terça-feira, 9 de março de 2010

Começa hoje na  Academia Brasileira de Letras o primeiro Ciclo de Conferências do ano de 2010, com o tema Direitos Autorais. Sob a coordenação do Acadêmico Alberto Venancio Filho, o ciclo contará com a presença do Advogado Gustavo Martins de Almeida  abordando o tema O direito autoral e a ABL.

Já no dia 16 de março de 2010, o Mestre em Bens Culturais Sydney L. Sanches falará sobre O direito autoral e os desafios das novas tecnologias. O Ciclo será realizado no Teatro R. Magalhães Jr, às 17h30, com entrada franca, mediante inscrição realizada no Portal da ABL. Serão emitidos certificados de frequência.  Mais informações no site.

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