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	<title>Comentários sobre: Encontro na Repar</title>
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	<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:01:25 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Susan Blum</title>
		<link>http://www.leiabrasil.org.br/blog/index.php/2008/02/15/encontro-na-repar/comment-page-1/#comment-55</link>
		<dc:creator>Susan Blum</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 13:47:24 +0000</pubDate>
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		<description>peço desculpas pelos erros. Raças e não traças. petrificamos. informações. tantas. e outro erros mais. tentei deletar e corrigir, mas não achei onde deletar a mensagem. Desculpem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>peço desculpas pelos erros. Raças e não traças. petrificamos. informações. tantas. e outro erros mais. tentei deletar e corrigir, mas não achei onde deletar a mensagem. Desculpem.</p>
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		<title>Por: Susan Blum</title>
		<link>http://www.leiabrasil.org.br/blog/index.php/2008/02/15/encontro-na-repar/comment-page-1/#comment-57</link>
		<dc:creator>Susan Blum</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 13:44:29 +0000</pubDate>
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		<description>E os trabalhos de mais um ano foram iniciados. E BEM iniciados por sinal.
A escolha dos estudiosos para a abertura da Fundação do Brasil na Petrobrás foi bem realizada por Jason Prado (ONG Leia Brasil)  e por Ivete Espírito Santo (REPAR).
Parabéns aos dois.
Sempre é bom reforçar idéias que vão de encontro a outras que estão arraigadas em nós.
Já sabia que pela ciência não existem traças, mas como isso esta incrustado em nós! Nos petrificamso em infirmações tanats vezes repetidas! E agora é nsos dever repetir que não existem raças... só uma: a humana.
Comentei sobre isso em uma aula que dou na faculdade e já senti o retorno de alguns alunos:
“- mas como vamos chamar então estas diferenças? Só posso dizer raça negra, raça branca...”
“Mas não é como os cachorros? Ele também têm raças... ou devo dizer que são todos de uma mesma raça?”
Como o nosso cérebro reage a novas informações. A discussão foi boa e percebemos que tudo são convenções. E que tudo que convencionamos é por algum motivo político ou ideológico.  E olha que a turma era de futuras enfermeiras!!!!
Discutimos também o que o professor Joel comentou sobre preconceito, discriminação e racismo (juntei o sexismo).
Estes três conceitos estavam jogados na mesma gaveta na minha cabeça. Ele deu uma luz sobre esse assunto.
Gostei muito de poder ver  a diferença e isso foi bom também em meu trabalho na ONG com menores carentes, pois eles perceberam (alguns) que tem preconceito. Nova discussão, dessa vez sobre o medo do desconhecido. A aceitação de normas e regras e idéias sem questionamento. Foi MUITO bom.
Lembrei de um sonho que tive quando criança e que comentei com minha irmã mais velha. Sonhei que eu estava em um elevador e que diziam: primeiro andar: mulheres: segundo andar: judeus. Terceiro andar: negros. Quando o elevador parou no segundo andar um negro desceu e eu disse: Ei. Aqui é o andar dos judeus! E ele respondeu: eu sei. Eu sou judeu!
Para mim este sonho era apenas maluco. Mas ela esclareceu  a questão do preconceito. Fiquei fascinada por sonhar algo que não pensava. Mas vi que está tão impregnado dentro de nós que aparece até em sonhos. E admiro minha irmã até hoje pela sua perspicácia.
Bom, finalizando:
Só tenho a agradecer a esta parceria pelo trabalho maravilhoso que estão realizando com os professores. Espero que todos eles tenham saído do encontro (assim como eu) com um novo ânimo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E os trabalhos de mais um ano foram iniciados. E BEM iniciados por sinal.<br />
A escolha dos estudiosos para a abertura da Fundação do Brasil na Petrobrás foi bem realizada por Jason Prado (ONG Leia Brasil)  e por Ivete Espírito Santo (REPAR).<br />
Parabéns aos dois.<br />
Sempre é bom reforçar idéias que vão de encontro a outras que estão arraigadas em nós.<br />
Já sabia que pela ciência não existem traças, mas como isso esta incrustado em nós! Nos petrificamso em infirmações tanats vezes repetidas! E agora é nsos dever repetir que não existem raças&#8230; só uma: a humana.<br />
Comentei sobre isso em uma aula que dou na faculdade e já senti o retorno de alguns alunos:<br />
“- mas como vamos chamar então estas diferenças? Só posso dizer raça negra, raça branca&#8230;”<br />
“Mas não é como os cachorros? Ele também têm raças&#8230; ou devo dizer que são todos de uma mesma raça?”<br />
Como o nosso cérebro reage a novas informações. A discussão foi boa e percebemos que tudo são convenções. E que tudo que convencionamos é por algum motivo político ou ideológico.  E olha que a turma era de futuras enfermeiras!!!!<br />
Discutimos também o que o professor Joel comentou sobre preconceito, discriminação e racismo (juntei o sexismo).<br />
Estes três conceitos estavam jogados na mesma gaveta na minha cabeça. Ele deu uma luz sobre esse assunto.<br />
Gostei muito de poder ver  a diferença e isso foi bom também em meu trabalho na ONG com menores carentes, pois eles perceberam (alguns) que tem preconceito. Nova discussão, dessa vez sobre o medo do desconhecido. A aceitação de normas e regras e idéias sem questionamento. Foi MUITO bom.<br />
Lembrei de um sonho que tive quando criança e que comentei com minha irmã mais velha. Sonhei que eu estava em um elevador e que diziam: primeiro andar: mulheres: segundo andar: judeus. Terceiro andar: negros. Quando o elevador parou no segundo andar um negro desceu e eu disse: Ei. Aqui é o andar dos judeus! E ele respondeu: eu sei. Eu sou judeu!<br />
Para mim este sonho era apenas maluco. Mas ela esclareceu  a questão do preconceito. Fiquei fascinada por sonhar algo que não pensava. Mas vi que está tão impregnado dentro de nós que aparece até em sonhos. E admiro minha irmã até hoje pela sua perspicácia.<br />
Bom, finalizando:<br />
Só tenho a agradecer a esta parceria pelo trabalho maravilhoso que estão realizando com os professores. Espero que todos eles tenham saído do encontro (assim como eu) com um novo ânimo!</p>
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		<title>Por: Susan Blum</title>
		<link>http://www.leiabrasil.org.br/blog/index.php/2008/02/15/encontro-na-repar/comment-page-1/#comment-56</link>
		<dc:creator>Susan Blum</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 13:02:34 +0000</pubDate>
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		<description>Ótimo!
Isso vem ao encontro da necessidade que temos desde a Lei nº 10.639/03 que obrigou a inclusão do estudo da História e Cultura Afro-Brasileira no currículo e a Deliberação nº 04/06, do Conselho Estadual de Educação. Isso vai contribuir de forma significativa para que os alunos reflitam sobre o preconceito e, quem sabe, poderemos diminuir o mesmo, já que ele tem por base o medo do desconhecido!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo!<br />
Isso vem ao encontro da necessidade que temos desde a Lei nº 10.639/03 que obrigou a inclusão do estudo da História e Cultura Afro-Brasileira no currículo e a Deliberação nº 04/06, do Conselho Estadual de Educação. Isso vai contribuir de forma significativa para que os alunos reflitam sobre o preconceito e, quem sabe, poderemos diminuir o mesmo, já que ele tem por base o medo do desconhecido!</p>
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