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Mudando o pais pela leitura

O primeiro encontro de 2008 da Repar acontecerá no próximo dia no dia 05 de março.

O tema do encontro é “O negro na formação do Brasil” e o debate contará com os convidados Joel Rufino dos Santos e Haroldo Costa.

Local: Auditório da Refinaria Presidente Getúlio Vargas - Rod. do Xisto (BR - 476), km 16, Araucária - Paraná.

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3 Respostas para “Encontro na Repar”
  1. Susan Blum Diz:

    Ótimo!
    Isso vem ao encontro da necessidade que temos desde a Lei nº 10.639/03 que obrigou a inclusão do estudo da História e Cultura Afro-Brasileira no currículo e a Deliberação nº 04/06, do Conselho Estadual de Educação. Isso vai contribuir de forma significativa para que os alunos reflitam sobre o preconceito e, quem sabe, poderemos diminuir o mesmo, já que ele tem por base o medo do desconhecido!

  2. Susan Blum Diz:

    E os trabalhos de mais um ano foram iniciados. E BEM iniciados por sinal.
    A escolha dos estudiosos para a abertura da Fundação do Brasil na Petrobrás foi bem realizada por Jason Prado (ONG Leia Brasil) e por Ivete Espírito Santo (REPAR).
    Parabéns aos dois.
    Sempre é bom reforçar idéias que vão de encontro a outras que estão arraigadas em nós.
    Já sabia que pela ciência não existem traças, mas como isso esta incrustado em nós! Nos petrificamso em infirmações tanats vezes repetidas! E agora é nsos dever repetir que não existem raças… só uma: a humana.
    Comentei sobre isso em uma aula que dou na faculdade e já senti o retorno de alguns alunos:
    “- mas como vamos chamar então estas diferenças? Só posso dizer raça negra, raça branca…”
    “Mas não é como os cachorros? Ele também têm raças… ou devo dizer que são todos de uma mesma raça?”
    Como o nosso cérebro reage a novas informações. A discussão foi boa e percebemos que tudo são convenções. E que tudo que convencionamos é por algum motivo político ou ideológico. E olha que a turma era de futuras enfermeiras!!!!
    Discutimos também o que o professor Joel comentou sobre preconceito, discriminação e racismo (juntei o sexismo).
    Estes três conceitos estavam jogados na mesma gaveta na minha cabeça. Ele deu uma luz sobre esse assunto.
    Gostei muito de poder ver a diferença e isso foi bom também em meu trabalho na ONG com menores carentes, pois eles perceberam (alguns) que tem preconceito. Nova discussão, dessa vez sobre o medo do desconhecido. A aceitação de normas e regras e idéias sem questionamento. Foi MUITO bom.
    Lembrei de um sonho que tive quando criança e que comentei com minha irmã mais velha. Sonhei que eu estava em um elevador e que diziam: primeiro andar: mulheres: segundo andar: judeus. Terceiro andar: negros. Quando o elevador parou no segundo andar um negro desceu e eu disse: Ei. Aqui é o andar dos judeus! E ele respondeu: eu sei. Eu sou judeu!
    Para mim este sonho era apenas maluco. Mas ela esclareceu a questão do preconceito. Fiquei fascinada por sonhar algo que não pensava. Mas vi que está tão impregnado dentro de nós que aparece até em sonhos. E admiro minha irmã até hoje pela sua perspicácia.
    Bom, finalizando:
    Só tenho a agradecer a esta parceria pelo trabalho maravilhoso que estão realizando com os professores. Espero que todos eles tenham saído do encontro (assim como eu) com um novo ânimo!

  3. Susan Blum Diz:

    peço desculpas pelos erros. Raças e não traças. petrificamos. informações. tantas. e outro erros mais. tentei deletar e corrigir, mas não achei onde deletar a mensagem. Desculpem.

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